O vento e a vela interior
“O vento nos orienta com seu sopro, impactando dentro e fora de nós; escutem o vento, tente captar a sua mensagem. Passa deixando em nós um novo desenho. Nossa permanência se fortalece, mas também a consciência de que nós, também, somos passageiros.
“O vento nos orienta com seu sopro, impactando dentro e fora de nós; escutem o vento, tente captar a sua mensagem. Passa deixando em nós um novo desenho. Nossa permanência se fortalece, mas também a consciência de que nós, também, somos passageiros.
Nossa essência se
revela, somos abrigo e aconchego de uma vela divina. Nosso corpo,
altar desta vela interior, nos pede para ser adornado interiormente, e externamente,
para lembrar que reflete a luz interior”.
O vento, soprando, diz:
“Aproveite os ventos
que dissipam as brumas interiores e se livre da bagagem em excesso, entregue-a
ao vento, ele a semeará na terra como adubo. Os frutos apodrecidos não são
maravilhosos adubos? Os seus também o são; caem,
racham, não chegam à plenitude de outros, mas participam com eles do momento
de luz”.
A Iris prossegue:
“Somos
filhas do vento, e as mensagens que entregamos têm sua vibração, são
perceptíveis no coração, no contato com a textura da pele suave, como um coração do bosque.
Ouça a mensagem na plenitude da manhã, e entregue-a a seu ser, templo
de luz, de mensagens e estrelas e que evolve para o novo
momento planetário”.
Mensagem da Yellow Walking Iris
(01.09.10)

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